NO MÊS DE MONTEIRO LOBATO, COLÉGIOS MINEIROS SE UNEM E LANÇAM PROJETO QUE ESTUDA OBRAS DO AUTOR

Em integração com uma importante plataforma online chamada “Árvore de Livros”, que já rendeu prêmios para alunos do Colégio Franciscano Sagrada Família, em Belo Horizonte, a Rede Clarissas Franciscanas, que abrange também o Colégio Franciscano Santo Antônio (Curvelo/MG), Colégio Franciscano Regina Pacis (Sete Lagoas/MG) e Colégio Franciscano Imaculada Conceição (Governador Valadares/MG) lança agora o projeto “Minha Leitura da Leitura”, tendo como base a obra “Doze Trabalhos de Hércules”, um clássico nacional do escritor taubateano Monteiro Lobato.

A iniciativa, que visa promover o intercâmbio literário entre as unidades da Rede é direcionada para alunos do 5º e 6º anos do Ensino Fundamental, objetivando o incentivo à leitura, as habilidades de interpretação textual e apropriação da narrativa. Para a realização do projeto, os alunos irão produzir trabalhos diferentes que conversem com a obra sugerida, no qual a criatividade será o grande desafio. Desenhos, fotografias, músicas, performances, entre outros tipos de releituras serão especialmente bem-vindos, desde que contenham interação com o livro. As criações serão expostas na “Mostra Cultural” que será realizada no segundo semestre de 2018 nas escolas da Rede.

Ainda no decorrer do projeto, os alunos participarão de uma videoconferência mediada pela coordenadora da Árvore de Livros, com o intuito de compartilhar experiências de interpretações e também realizarão uma pesquisa sobre os temas que atravessam a obra tais como Mitologia e os famosos personagens criados por Monteiro Lobato como Pedrinho, Narizinho e Emília.

Para Ilton de Oliveira Chaves, Gestor Pedagógico da Rede Clarissas Franciscanas, o projeto “Minha Leitura da Leitura” é mais uma iniciativa que desperta o interesse das crianças e adolescentes pela leitura, valorizada pela rede em todas suas vertentes, desde a descoberta do livro no infantil até a importância da mesma para a redação no Enem, compartilhando com a opinião da escritora Alexandra de Almeida que afirma que a leitura não pode ter um engessamento habitual, sedo necessário a liberdade pela brincadeira com as palavras para recriar o universo simbólico das mentes criativas das crianças.

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