Consumidores buscam personalização no mundo digital

Uma empresa é feita de valores. E uma companhia de sucesso, nos dias de hoje, é vista como um organismo vivo e descentralizado. Crescer em meio a uma crise sem precedentes na história é um desafio e tanto. Porém, não impossível. Inúmeras indústrias tiveram que fechar as portas, cessar produção, parar com as atividades por não ter, principalmente, um projeto digital já idealizado.

 

Digitalizar processos quando o desespero bate à porta não é o melhor caminho. A tecnologia não pede licença. Ela é como uma avalanche de inovação que engloba todos os setores corporativos. O consumidor final, a cada dia, está mais exigente e o mundo digital garante um atendimento customizado, ofertando uma experiência única na compra. Com isso, além de entregar qualidade, é possível também ofertar produtos diretos da fábrica e sem o tão temido imposto em cascata.

 

O maior desafio de qualquer empresa é de mindset, inovar a todo momento. É preciso entender que é impossível fugir da tecnologia. É fundamental saber usá-la. As pessoas confundem tecnologia com inovação. O fato é que a tecnologia é apenas uma ferramenta inovadora.

 

Em momentos de crise todos sofrem, mas eles se configuram em períodos propícios para criar e inovar. É no meio do caos que conseguimos analisar realmente a potencialidade e a velocidade de uma empresa em oferecer soluções e inovação. E inovar é errar sem perder as esperanças. E só não erra quem não faz. Erros são tesouros quando mostrados, discutidos e evidenciados.

 

A digitalização cresceu exponencialmente. Hoje, sabemos bem que tudo o que está no meio do caminho e que não se adeque à era digital desapareceu ou está em vias de acabar de vez. Seguindo essa premissa, é primordial que as empresas tenham canais que vão do fabricante ao consumidor final. E o e-commerce tem demonstrado a sua força. Atualmente, já temos mais de 40 milhões de brasileiros que fazem suas compras no ambiente online. É uma revolução até então não vista no comércio virtual.

 

O diferencial dos sobreviventes do mundo corporativo é manter o entusiasmo mesmo em épocas difíceis. É aprender a amar as mudanças assim como eram odiadas no passado. O coronavírus é um acelerador do futuro. Esses meses de pandemia refletiram em inúmeras modernizações como ensino à distância, telemedicina, home office, trabalho por entrega e não mais por hora. Temos uma montanha de inovação ao alcance de todos.

 

A tecnologia cresce de uma forma exponencial e nós, seres humanos, evoluímos de uma maneira linear. É preciso encontrar o equilíbrio. As empresas que se destacarão serão aquelas de alma digital, porém, sem deixar de lado o contato humano.

 

*Claudio Zini é diretor-presidente da Pormade Portas

Uma empresa é feita de valores. E uma companhia de sucesso, nos dias de hoje, é vista como um organismo vivo e descentralizado. Crescer em meio a uma crise sem precedentes na história é um desafio e tanto. Porém, não impossível. Inúmeras indústrias tiveram que fechar as portas, cessar produção, parar com as atividades por não ter, principalmente, um projeto digital já idealizado.

 

Digitalizar processos quando o desespero bate à porta não é o melhor caminho. A tecnologia não pede licença. Ela é como uma avalanche de inovação que engloba todos os setores corporativos. O consumidor final, a cada dia, está mais exigente e o mundo digital garante um atendimento customizado, ofertando uma experiência única na compra. Com isso, além de entregar qualidade, é possível também ofertar produtos diretos da fábrica e sem o tão temido imposto em cascata.

 

O maior desafio de qualquer empresa é de mindset, inovar a todo momento. É preciso entender que é impossível fugir da tecnologia. É fundamental saber usá-la. As pessoas confundem tecnologia com inovação. O fato é que a tecnologia é apenas uma ferramenta inovadora.

 

Em momentos de crise todos sofrem, mas eles se configuram em períodos propícios para criar e inovar. É no meio do caos que conseguimos analisar realmente a potencialidade e a velocidade de uma empresa em oferecer soluções e inovação. E inovar é errar sem perder as esperanças. E só não erra quem não faz. Erros são tesouros quando mostrados, discutidos e evidenciados.

 

A digitalização cresceu exponencialmente. Hoje, sabemos bem que tudo o que está no meio do caminho e que não se adeque à era digital desapareceu ou está em vias de acabar de vez. Seguindo essa premissa, é primordial que as empresas tenham canais que vão do fabricante ao consumidor final. E o e-commerce tem demonstrado a sua força. Atualmente, já temos mais de 40 milhões de brasileiros que fazem suas compras no ambiente online. É uma revolução até então não vista no comércio virtual.

 

O diferencial dos sobreviventes do mundo corporativo é manter o entusiasmo mesmo em épocas difíceis. É aprender a amar as mudanças assim como eram odiadas no passado. O coronavírus é um acelerador do futuro. Esses meses de pandemia refletiram em inúmeras modernizações como ensino à distância, telemedicina, home office, trabalho por entrega e não mais por hora. Temos uma montanha de inovação ao alcance de todos.

 

A tecnologia cresce de uma forma exponencial e nós, seres humanos, evoluímos de uma maneira linear. É preciso encontrar o equilíbrio. As empresas que se destacarão serão aquelas de alma digital, porém, sem deixar de lado o contato humano.

 

*Claudio Zini é diretor-presidente da Pormade Portas

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