Zé Guilherme recebe em outubro novos convidados na série EntreMeios

A série de lives EntreMeios, conduzida pelo cantor e compositor Zé Guilherme, ganhou nova temporada em outubro. Os bate-papos (grátis) ocorrem em sua página no Instagram – @zeguilhermeoficial, às terças-feiras, às 21 horas.

Os próximos convidados são o escritor e diretor do Mix Literário Alexandre Rabelo, o baterista e produtor musical Guilherme Kastrup, o pianista e arranjador Matheus Ferreira e a cantora, produtora musical e escritora Vania Abreu, respectivamente nos dias 6, 13, 20 e 27 de outubro.

Projeto concebido por Zé Guilheme, iniciado em junho de 2020, EntreMeios contempla artistas e profissionais de várias áreas com a finalidade de discutir temas de interesses diversos. O bate-papo online já recebeu Ton Moreira (estilista), Tiaguinho Santo (empresário da noite), Ana Luiza (cantora e poeta), Monika Jordão (escritora e atriz), Davi Aquino (compositor e poeta), Cezinha Oliveira (músico e arranjador), Mario Tommaso (cantor e ator), Marcelo Quintanilha (cantor e compositor), Serginho Rezende (músico e produtor musical), Lili Molina (produtora cultural), Luciana Grillo (atriz e cantora), Flakes (músico, empresário e palhaço) e Leliane Moreira (psicanalista).

6 de outubro (terça, 21h): Alexandre Rabelo

Tema: Itinerários

Alexandre Rabelo é escritor, graduado em História e Letras pela Universidade São Paulo. É autor dos romances Itinerários para o Fim do Mundo (Patuá, 2018), Nicotina Zero, um Livro de Antiajuda (Hoo, 2015) e um dos organizadores e autores da antologia de prosa e poesia A Resistência dos Vaga-Lumes (Nós, 2019), livro que reúne 61 dos principais autores LGBT brasileiros. Desde 2018, Alexandre dirige o Mix Literário, evento anual que congrega debates e ações sobre literatura queer dentro da programação do Festival Mix Brasil da Cultura da Diversidade, o maior evento do gênero na América Latina.

 

13 de outubro (terça, 21h): Guilherme Kastrup

Tema: Batuques & Compassos

Carioca radicado em São Paulo, Guilherme Kastrup, ao longo de mais de 25 anos de carreira, atua como baterista, percussionista e produtor musical em trabalho de artistas como Arnaldo Antunes, Adriana Calcanhoto, As Bahias e a Cozinha Mineira, Chico César, Ney Matogrosso, Tom Zé, Zeca Baleiro, Selma Uamusse (Moçambique), Roberto Fonseca (Cuba), PAUS (Portugal), Selton (Itália) e outros. Assina a criação e direção do disco A Mulher do Fim do Mundo (2015) – Grammy Latino, Prêmio APCA e Prêmio da Música Brasileira – que uniu Elza Soares a músicos da cena contemporânea de São Paulo, entre eles Kiko Dinucci, Romulo Fróes, Rodrigo Campos e Marcelo Cabral. Foi também o produtor musical do álbum Deus é Mulher (2018) e pela direção musical dos espetáculos em turnês mundiais. Kastrup lançou três álbuns autorais: Kastrupismo (2013) e Ponto de Mutação (2018) e Sons de Sobrevivência (2014), este último em trio com o pianista Benjamim Taubkin e a percussionista Simone Sou. Atualmente, além dos concertos de seu álbum recente, dedica-se a ministrar workshops e palestras por várias cidades do mundo e à direção dos espetáculos Prêmio Raça (SP), Somos Moçambique (SP) e o Festival latino-americano de residência artística Madambé (Equador).

 

 

20 de outubro (terça, 21h): Matheus Ferreira

Tema: Piano e Voz

Matheus Ferreira é pianista, natural de Florianópolis (SC), onde se formou bacharel em piano pela UDESC e se apresentou em casas de shows e teatros como Teatro Ademir Rosa (CIC) e Teatro Álvaro de Carvalho (TAC). Em fevereiro de 2019, chegou a São Paulo, onde reside, ingressando na especialização em piano popular pela EMESP Tom Jobim e abrindo caminhos para diversos trabalhos solos, instrumentais, cênicos e audiovisuais para diversos fazeres musicais que as teclas proporcionam. Atualmente, integra a Big Band da EMESP Tom Jobim, desenvolve seu trabalho a piano solo, produz seu grupo autoral Matheus Ferreira Quinteto e produz também o seu trabalho em parceria com Zé Guilherme, compondo, arranjando e produzindo áudio e vídeo, a partir de letras e melodias propostas pelo cancionista.

 

27 de outubro (terça, às 21h): Vania Abreu

Tema: A Canção e Nós

 

Dona de uma bela voz e de um repertório contemporâneo e consolidado, a baiana Vania Abreu mistura brasilidade com elegância, dando toques de requinte ao mais popular e simplificando o mais erudito. Seu primeiro CD, Vania Abreu (Warner/Continental), traz um som mais pop que revela, junto à sua voz, novos compositores brasileiros. A faixa “Meu Sonho Não”, é tema do filme Fica Comigo, de Tzuka Yamazaki. Prá mim, o segundo, tem assinatura de Guto Graça Mello (produção), Paulo Dáfilin (direção musical) e Dori Caymmi (arranjo de cordas), cuja faixa “Ser Igual É Legal” integra a trilha da novela Anjo Mau (Rede Globo). Na sequência, lançou Seio da Bahia (1999) e Eu Sou a Multidão (2003), ambos produzidos por Paulo Dáfilin, Misteriosa Dona Esperança (2007, produzido por Serginho Rezende), Flor da Bahia (2009, também por Dáfilin) e Antes de Hoje – Ao Vivo (2017, este por Xinho Rodrigues e por ela própria). Sua discografia traz ainda quatro singles: Dó de Mim (2009), Eu e Meu Amor (2017), Meu Sotaque (2018) e Seio da Bahia (2019). Gravou também o álbum Pierrot e Colombina (2006), projeto realizado junto ao cantor e compositor Marcelo Quintanilha, e participou do disco A Gema do Novo (1996, pela Rádio Musical FM). Destaque também para participação como convidada em álbuns de dezenas de outros artistas, a exemplo de Ladeira da Memória (de Carlos Careqa, ao lado de Chico Buarque, Toninho Ferragutti e Celine Imbert), e para atuação em projetos como: O que É que a Bahia Também TemDiplomacia – A Música de Batatinha e Especial Eduardo Gudim. Vania já cantou com Maria Bethânia, Alcione, João Bosco, Baby Consuelo, Antônio Carlos & Jocafi, Fafá de Belém e outros. Em 2012, assumiu a direção artística do selo Comando S Discos, pelo qual produziu o CD de Riachão, Mundão de Ouro (indicado ao Prêmio da Música Brasileira de melhor álbum e melhor cantor de samba). Em 2017, lançou o livro infantojuvenil Eu e Meu Lugar, sobre Riachão – projeto Eu Vim da Bahia da Ed. Caramurê.

Zé Guilherme

Radicado em São Paulo, o artista cearense lançou, em 2000, o primeiro CD, Recipiente (Lua Discos), com arranjos de Swami Jr., que contempla sua origem nordestina e a música universal brasileira em um trabalho com a força da raiz e do pop brasileiro. Seis anos depois, Tempo ao Tempo chegou com uma linguagem pop mais contemporânea em arranjos de Serginho R. Já o terceiro disco, Abre a Janela – Zé Guilherme Canta Orlando Silva (2015), pousa na época clássica e romântica da música brasileira, no qual o artista faz releituras delicadas de obras imortalizadas pelo “cantor das multidões”. O trabalho tem arranjos e direção musical de Cezinha Oliveira, assim como o mais recente, Alumia (2018), lançado em comemoração aos 20 anos da sua estreia nos palcos paulistanos. Neste disco, Zé Guilherme assina a autoria da maioria das canções, inclusive da faixa-título que, recentemente, ganhou a versão single: Alumia ‘Remix’ com produção de Waldo Squash (Uaná System), que imprimiu nela o sotaque paraense do carimbó eletrônico.

Site – www.zeguilherme.com.br

Facebook: @oficialzeguilherme | Twitter: @zeguilhermeofic | Youtube: Zé Guilherme Oficial

Serviço

Lives: EntreMeios

Com Zé Guilherme & convidados

Dias 6, 13, 20 e 27 de outubro. Terças, às 21h

Onde: Instagram/zeguilhermeoficial

Grátis. Livre. Duração: 60 minutos.

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